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Mercado em expansão: alimentos orgânicos para bebês

23/01/2013

Foto: Drew Kelly/ The New York Times

Enquanto os orgânicos representam apenas cerca de 4% das vendas totais de alimentos nos Estados Unidos, na categoria de alimentos para bebês, os orgânicos são responsáveis por incríveis 21% das vendas, segundo o Daily News.

É uma grande oportunidade de mercado. Líder, com mais da metade do faturamento desse nicho, a Gerber é um dos maiores produtores de alimentos para bebês. Parte dessa conquista deve-se a febre dos pouches, uma espécie de sache flexível com um bico plástico na parte superior, por onde as crianças sugam uma mistura de frutas, vegetais orgânicos, e grãos, que se tornou um fenômeno de vendas entre as crianças, ou melhor, entre os pais.

De dois anos para cá, os pouches estão impulsionando o crescimento do setor. “Pouches, obviamente, são um fenômeno emocionante, basta você ver um monte deles pelos corredores agora”, diz Aileen, porta-voz de marketing da Gerber.

Maureen Putman, diretor de marketing do Grupo Hain Celestial, fabricante da marca orgânica Earth’s Best, diz que os pouches ajudaram a impulsionar o crescimento de 11% da empresa, mesmo com a queda na taxa de natalidade dos EUA. Sobre a popularidade dos orgânicos, Putman atribui a um sinal de que os pais estão mais preocupados com a alimentação dos seus bebês.

Foto: Drew Kelly/ The New York Times

Porém,  existem outras razões para tanto sucesso. Alguns acreditam que a correria dos novos tempos influencia na compra desse tipo de produto. Matt Richtel, do New York Times, em sua matéria sobre o fenômeno dos pouches (Putting the Squeeze on a Family Ritual), até brincou dizendo: “Now our children can eat on the run, too” (algo como, “agora nossas crianças podem comer e correr ao mesmo tempo”).

Neil Grimmer, de 40 anos, ex-triatleta e diretor-executivo da Organics Plum, uma das pioneiras no pouch business, espera que só as vendas desses produtos alcancem 53 milhões de dólares no balanço de 2012. Para se ter uma ideia, quando a empresa lançou seus primeiros pouches nas prateleiras, em 2008, o investimento foi de apenas 4.800 dólares.

“Eu diria que, mesmo não estando trabalhando em tempo integral, todos nós estamos nos movendo na velocidade da luz”, disse Grimmer. “Nós queremos ter certeza de que somos capazes de nos movermos na velocidade certa, mas de também fazer a coisa certa para os nossos filhos.”

Traduzido e resumido pela equipe OrganicsNet

Fonte: The New York Times e Daily News

Vale lembrar, que aqui no Brasil a Jasmine Alimentos, parceira do OrganicsNet, produz papinhas orgânicas. Não deixe de conferir!

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