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Técnicas

Nova forma de fortalecer as plantas sem agrotóxico

12/09/2014

 Os bioestimulantes têm propriedades que fortalecem o mecanismo de autodefesa, tornando a planta mais produtiva e também mais resistente à pragas e doenças. A grande vantagem é que através do uso do bioestimulante, não há necessidade da utilização de pesticidas ou outros agrotóxicos, sendo uma ótima ferramenta para impulsionar a agricultura orgânica.

Foto: Organicsnet

  Segundo o estudo feito pelo Instituto Agronômico de Campinas, os bioestimulantes são uma mistura de reguladores de crescimento (substâncias compostas por hormônios vegetais, ou hormônios sintéticos que auxiliam o desenvolvimento). Podem conter também em sua fórmula outros compostos como: concentrado de algas marinhas, nutrientes (potássio, nitrogênio, fósforo), aminoácidos e ácido ascórbico. Através do uso dessas substâncias, o equilíbrio hormonal da planta é mantido, a tornando mais resistente e consequentemente menos vulnerável ao estresse.

 No Brasil o uso de bioestimulante já tem sido aplicado em culturas como arroz, soja, milho e tomate. O agricultor precisa apenas escolher o produto adequado ao produto que cultiva. A eficácia será relativa à etapa do ciclo vegetativo na qual o produto é aplicado, mas é recomendado que a aplicação seja feita ainda na semente.

O agrônomo Yoshio Tsuzuki defende em seu livro Defesa Fisiológica Contra Doenças e Pragas, a ideia de que as plantas, quando expostas à situações de estresse ambiental (escassez, excesso de umidade, aplicação errada de adubo, variação drástica de temperatura), possuem seus mecanismos de autodefesa enfraquecidos. Dessa forma, ele acredita que a maneira mais eficaz de incentivar o processo de autodefesa é aumentando seu nível de energia vital, através da aceleração da fotossíntese.

Fonte: Ecycle

 

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