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Saúde

Alimentos orgânicos e suplementação de minerais podem prevenir doenças crônicas e degenerativas

24/09/2015
Foto: Iniberto Hamerschmidt

Foto: Iniberto Hamerschmidt

2015 é o Ano Internacional dos Solos e não à toa esse tema foi escolhido pela ONU (Organização das Nações Unidas). Atualmente, 33% das terras do planeta estão degradadas por razões físicas, químicas ou biológicas, estima a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Isso influencia diretamente na qualidade da comida e na saúde das pessoas, uma vez que o manejo inadequado torna o solo empobrecido, retirando dos alimentos nutrientes importantes para o consumo humano. Com isso, ficam comprometidas as quantidades necessárias de minerais para os processos bioquímicos e para o equilíbrio acido-básico de nosso organismo. O químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther Algamar, dá mais detalhes:

“A presença de cálcio e magnésio, por exemplo, nos principais grupos alimentares consumidos pelos brasileiros, não é suficiente. A concentração desses minerais em 100g de alimentos representa apenas até 10% da IDR (ingestão diária recomendada). Deste modo, mesmo com uma alimentação saudável, os alimentos chegam à mesa do brasileiro sem a quantidade nutricional e mineral necessária para a saúde, pois seu plantio foi feito em solo empobrecido”.

A situação é preocupante. A ingestão correta de minerais indispensáveis ao bom funcionamento do organismo é hoje um dos grandes desafios, sem falar no crescimento do mercado de alimentos industrializados, que com forte apelo de facilitar a vida das donas de casa, ajuda a comprometer a boa alimentação.

“Os alimentos industrializados são desvitalizados em 80% de seus nutrientes, carentes em fibra, enzima e energia vital, bem como ricos em conservantes, estabilizantes, corantes, gorduras, açúcar, sal e hormônios. Isso deixa o organismo acidificado, predispondo o indivíduo a inflamações e doenças como hipertensão, diabetes, obesidade, osteoporose, envelhecimento precoce, entre outras. Em crianças e jovens, a falta de Ferro, por exemplo, pode afetar o desempenho escolar, diminuindo a capacidade de concentração, além de mudanças de comportamento e de humor freqüentes. Suplementos alimentares, como o Vitalidade, são uma alternativa eficaz para suprir esta deficiência nutricional”, explica a consultora de nutrição da Phosther Algamar, Camila Prata.

O Vitalidade é um suplemento natural, proveniente de algas marinhas, que tem em sua composição 74 minerais, como cálcio, magnésio, manganês, cromo, zinco, ferro, cobre, entre outros necessários para manter o organismo saudável. “O fato de ser multimineral faz com que no Vitalidade todos os minerais se complementem, uma vez que esses elementos não atuam de forma isolada no organismo. Não adianta, por exemplo, tomar suplementos só a base de Cálcio, como muitos que existem no mercado. O Cálcio precisa do Magnésio para cumprir sua função no organismo. E o Ferro precisa do Cobre para potencializar sua ação. Por isso a eficácia do Vitalidade”, explica o químico da Phosther.

A boa notícia é que diversas doenças podem ser prevenidas ou tratadas. Uma opção correta para manter a saúde estável é manter uma alimentação balanceada, com o consumo de produtos orgânicos, exercícios físicos regulares e suplementação de minerais.

“Vale a pena ir em busca de legumes, verduras, frutas e hortaliças que em seu processo de produção não utilizam nenhum tipo de herbicida, fertilizante ou pesticida, além de não utilizar sementes transgênicas nem aditivos químicos. No plantio de alimentos não-orgânicos, os produtores fazem uso de tudo isso, diminuindo drasticamente a qualidade dos produtos que consumimos e ainda causando estragos ao meio ambiente”, comenta a nutricionista Camila Prata.

Veja abaixo uma tabela com alguns alimentos e as diferença nutricionais de alimentos orgânicos para os não-orgânicos.

tabela

Fonte: Jornal Dia a Dia

 

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