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  • Catálogo de insumos naturais e biológicos para uso na agropecuária

    Neste catálogo, a EMATER-DF vem estimulando agricultores e suas famílias a adotarem e/ou desenvolverem práticas agroecológicas e orgânicas visando a otimização da produtividade agropecuária, incremento na renda, a conservação ambiental e a produção de alimentos limpos. Destacam-se as práticas de bom planejamento da produção incluindo rotações de culturas, fertilização equilibrada do solo, uso de adubação verde e plantas de cobertura, biofertilizantes líquidos, composto orgânico, uso de cultivares adaptados a região, entre outros.

  • Agroecologia e manejo do solo

    Atualmente, existem três formas principais de se manejar o solo agrícola: o manejo convencional (ou químico), o orgânico por substituição de insumos e o agroecológico.
    A Ecologia se refere ao sistema natural de cada local, envolvendo o solo, o clima, os seres vivos, bem como as inter-relações entre esses três componentes. Trabalhar ecologicamente significa manejar os recursos naturais respeitando a teia da vida. Sempre que os manejos agrícolas são realizados conforme as características locais do ambiente, alterando-as o mínimo possível, o potencial natural dos solos é aproveitado. Por essa razão, a Agroecologia depende muito da sabedoria de cada agricultor desenvolvida a partir de suas experiências e observações locais. O manejo agroecológico dos solos se baseia em cinco pontos fundamentais.

  • Guia prático de Plantas Alimentícias Não Convencionais

    O objetivo do material é demonstrar que todas as escolas podem ter hortas com PANC, em diferentes dimensões e condições, adequadas a cada realidade, e que a natureza e a agroecologia podem proporcionar abundância alimentar, quando integradas ao cotidiano das escolas, capaz de enriquecer a alimentação dos alunos, o processo de aprendizado, as relações humanas e a cidade.

  • Sustentabilidades, Gestão Pública e Hortas Escolares

    Confira estudo com foco na perspectiva da crise socioambiental, material ajudará em especial, professores, equipes escolares e tomadores de decisão do segmento.

  • Livro da FAO aponta caminhos para políticas ligadas à agricultura sustentável

    Publicação recentemente lançada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) promete subsidiar políticas públicas que visem à adoção, de forma ampla, de uma agricultura sustentável.

  • Atlas Fundiário do Estado do Rio de Janeiro

    No ano de 1991 preocupado com as consequências do êxodo rural, o então governado do Estado do Rio de Janeiro, lança o primeiro Atlas Fundiário do país. Vinte e sete mais tarde, um mapa para o futuro como foi chamado, parece não ter sido levado em consideração pelas autoridades.

  • Artigo: A indústria alimentícia passa seu cardápio a limpo para crescer em um mundo que já não engole qualquer coisa

    Hoje, em uma fronteira, já há aqueles que querem tudo o mais natural possível, de preferência orgânico. Em outra, estão os que desejam apenas os nutrientes, e que esses sejam apresentados em formato prático, para que a refeição se encaixe na rotina acelerada, com rotulagem clara. Sem aditivos, sal, açúcar e gordura. Num outro front demográfico, estão aqueles que esperam, e por vezes exigem que pequenos produtores tenham sido envolvidos na cadeia e recebido remuneração justa. E não nos esqueçamos dos que prezam a responsabilidade ambiental em todas as etapas da cadeia, do cuidado com os animais à possibilidade de reciclar a embalagem.

  • Uma reflexão sobre o uso dos termos “sustentável” e “regenerativo”

    Um exemplo claro dessa questão é o projeto de regeneração do Platô de Loess na China nos últimos 15 anos. Usando práticas regenerativas, os agricultores agora são capazes de cultivar grandes quantidades de alimentos, a paisagem antes árida é novamente preenchida com vida vegetal saudável e diversificada, e mais água é retida e absorvida pelo solo da terra.