MDS e parceiros discutem ações do Brasil Orgânico e Sustentável

                                                               terra jr

Para discutir as ações promocionais da campanha Brasil Orgânico e Sustentável, com foco nas Olimpíadas de 2016, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promoveu uma reunião, nesta quinta-feira (7), no Rio de Janeiro, com vários parceiros. A campanha é voltada à promoção da alimentação saudável com base em produtos da agricultura familiar, orgânicos e agroecológicos.

O programa surgiu em 2011 com foco na Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. Os quiosques para venda direta de produtos da agricultura familiar, que no ano passado foram instalados nas cidades-sede da Copa, vão ganhar novo formato nas Olimpíadas 2016. Mais amplas e integradas por uma área de convivência, as Praças Brasil Orgânico e Sustentável serão instaladas em cinco pontos estratégicos do Rio de Janeiro.

Realizada pelo MDS, a campanha conta com a parceria dos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Turismo (MTur), da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), do Instituto Maniva, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente (Pnuma), da Agência de Cooperação Alemã (GIZ) e do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

Alimentação saudável nas escolas do Rio será legado de Olimpíadas

A merenda das escolas públicas das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro vai ser preparada com produtos orgânicos e agroecológicos da agricultura familiar. O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Arnoldo de Campos, informou que o governo do estado e a prefeitura, após levantamento da oferta existente, estão preparando as chamadas públicas para as compras. Campos disse que a intenção é estender a medida às escolas de outras cidades do estado e manter o cardápio saudável como um legado das Olimpíadas. “É um legado. As compras da agricultura familiar, não tem porque parar de comprar. É um aprendizado que o estado vai adquirir e vai servir de referência para o Brasil”.

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Último Segundo

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