Soja não geneticamente modificada continua a valorizar

A continuação um resumo de matéria publicada no Farmers Guardian (Grã-Bretanha), mostrando que as dificuldades de fornecimento de soja convencional. O artigo estima que o Brasil, principal produtor mundial de soja não transgênica, cultive 25% de sua safra com não-trasgênicos.

A falta de soja não geneticamente modificada está afetando produtores ingleses de aves, ovos e derivados de carnes.

Em outras palavras: o mercado de não transgênicos passa a ser ainda mais valorizado.

Especialistas da indústria de alimentos alertan que está sendo mais dificl obter soja não transgênica e que devido a esta situação é provável que possa chegar a uma crise no próximo ano. Tony Bell, das Confederações de Indústrias Agrícolas, disse que as empresas de alimentação já estão sofrendo escassez de soja não transgênica.

“Soja não geneticamente modificada vem nos meses de maio a novembro do Brasil e, em seguida, passamos a receber a soja norteamericana”, disse ele. “Nós temos suficiente soja até meados do ano quando deve chegar a nova safra brasileira, e contamos com suficiente produto para cumprir nossos contratos. O problema é quando os clientes desejam comprar mais.” Ele acrescentou que a enorme volatilidade dos preços também tornaram as coisas “difícil”.

As opiniões do Sr. Bell são apoiadas por um dos maiores produtores de ovos da Grã-Bretanha, que acredita que ele deveria ter ser permitido de alimentar com proteínas Geneticamente Modificadas seus pássaros em gaiolas, e está realizando um lobby para permitir essas alterações. Este produtor vende 1,4 milhão de ovos por dia e disse que a disparada do custo da soja não-GM está adicionando dois pence a dúzia de ovos.

O fornecimento de proteína não-GM esta totalmente seco, e alguns produtores opinam que não pode cumprir os contratos ao não ter fornecimento de soja não-GM. Outras pessoas também indicam que deveria permitirsse aos varejistas adquirir produtos que utilizam soja não geneticamente modificada só nos alimentos orgânicos.

Fonte: Comunicação, Abrange

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