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  • A DuLocal fornece refeições orgânicas fortalecendo pequenos agricultores e cozinheiras da periferia

    Por trás desse delivery há uma engrenagem que une pequenos agricultores a cozinheiras da periferia. E uma intenção ambiciosa de redesenhar o sistema alimentar. Para que o alimento seja produzido com o menor input energético possível, os ingredientes devem ser sazonais e locais.

  • Agricultura familiar orgânica participa da Biofach em Alemanha

    Polpa de açaí, geleia de umbu, frutas secas de bacuri e cupuaçu, café, cachaça, cacau em amêndoas, guaraná em pó e mel são alguns dos produtos que serão expostos no Estande Brasil, na Biofach 2020, maior feira de orgânicos realizada na Alemanha.

  • Composto orgânico à base de esterco bovino: como fazer?

    Neste trabalho da Embrapa Arroz e Feijão, é apresentado uma formulação simples , com materiais facilmente encontrados em muitas propriedades da agricultura familiar: esterco bovino, capim e folhas de bananeira. O resultado é um composto orgânico rico em nutrientes e que pode ser utilizado para várias culturas, em doses que vão depender da exigência de cada uma e da fertilidade do solo.

  • Agricultura familiar garante alimento saudável na escola

    O FNDE se tornou referência em alimentação escolar no mundo. A agricultura familiar, alimentação saudável e escolar serão temas de um evento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Escolar (FNDE) e da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) no dia 28/06/19, no Centro do Rio.

  • Agricultores familiares passam a abastecer 100% das escolas públicas do DF

    Todas as escolas públicas do Distrito Federal passaram a receber, a partir desde mês (abril/19), alimentos cultivados em pequenas propriedades rurais de Brasília. Ao todo, 7 mil chácaras de agricultura familiar foram cadastradas para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

  • Café orgânico brasileiro é destaque no mercado europeu

    Assista matéria da TV Alterosa, onde destacam o aumento da produção de cafés especiais e orgânicos no Brasil. Cerca de cem produtores da COOPFAM – Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo em Minas Gerais, conquistaram o mercado internacional, exportando grande parte para países da Europa.

  • O setor público como alternativa de mercado para o agricultor familiar

    Ampliar a participação de cooperativas na oferta de alimentos para instituições do governo é uma realidade plausível e uma excelente oportunidade de escoar a produção. “Com o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), as prefeituras pagam até 30% a mais pela compra de orgânicos, tornando este um nicho bem interessante para os produtores. Adicionalmente, os gestores públicos oferecem a alimentação saudável que almejam”, comenta Sylvia Wachsner, coordenadora do Centro de Inteligência de Orgânicos, da SNA.

  • Para representante do movimento Slow Food no Brasil, a certificação atrapalha produtores de orgânicos

    Por que os agricultores orgânicos devem pagar uma taxa anual para colocar um selo que certifica sua produção como livre de veneno enquanto o produtor que usa agroquímicos não tem obrigação alguma? Essa é uma das perguntas do agricultor familiar Antonio Augusto Santos, um dos representantes do movimento Slow Food no Brasil, que defende o direito das pessoas de sentir prazer na alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade que são produzidos respeitando o meio ambiente, os agricultores e consumidores.

  • Agricultura Familiar é reconhecida e valorizada através do selo Sipaf

    O Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (Sipaf) identifica os produtos da agricultura familiar e do extrativismo. Consumir produtos que apresentem o selo em suas embalagens contribui com a geração de renda no campo, reduzindo a desigualdade social e respeitando a  sociobiodiversidade e os produtos típicos brasileiros.

  • Comissão da Câmara aprova projeto de lei que restringe comercialização de orgânicos

    O PL não leva em consideração a Lei 11.947, de 16 de junho de 2009, que determina um mínimo de 30% do valor repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), para ser utilizado de forma obrigatória na compra de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar.