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  • Especialistas divergem sobre os “benefícios” dos alimentos transgênicos

    Segundo o engenheiro agrônomo e ex-coordenador de Agroecologia (Coagre) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Rogério Pereira Dias, não há um consenso científico em relação aos riscos do consumo dos transgênicos. Ele prega o princípio da precaução. “Não acho que a sociedade deva ser cobaia num processo em que fica claro que o uso dessa tecnologia tem como objetivo principal o lucro para algumas empresas que passaram a poder ‘patentear’ as suas sementes e criar reservas de mercado ao associarem as sementes aos agrotóxicos produzidos por elas mesmas”, afirma.

  • Mantida obrigação de identificar transgênicos no rótulo

    Os produtos alimentícios que contém ingredientes transgênicos devem identificar a presença de componentes geneticamente modificados no rótulo da embalagem. A decisão foi tomada pelo ministro Edson Fachin, do STF, alegando o direito à informação previsto no Código de Defesa do Consumidor.

  • EUA e a rotulação de alimentos transgênicos

    Resultados de pesquisa nacional realizada recentemente revelam que a grande maioria dos pais americanos desejam a rotulagem dos alimentos geneticamente modificados, ou que contém ingredientes desta natureza. 90% da mães e 88% dos pais são a favor desta medida.

  • O risco dos alimentos transgênicos

    A Federação Orgânica da Austrália divulgou informações, baseadas em estudos científicos, que revelam diversos problemas relacionados ao consumo de alimentos transgênicos (geneticamente modificados).