Loading posts...
  • Alimentação saudável impulsiona investimento de grandes marcas no setor de orgânicos

    Grandes marcas e redes de supermercados estão investindo cada vez mais no setor de orgânicos. O interesse é motivado pela tendência, por parte do consumidor atual, em optar por uma alimentação mais saudável. A chamada Geração Milennials (ou Geração Y) está disposta a pagar mais por alimentos que tragam benefícios a saúde.

  • Grandes marcas apostam no segmento de alimentos orgânicos

    Mãe Terra, criada em São Paulo, em 1979, em um negócio avaliado pelo mercado entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões. Quando foi comprada, o ritmo de expansão da Mãe Terra era de 30% ao ano. Em seu portfólio há uma linha de produtos com a chancela da chef natureba Bela Gil. Na época da compra, a Mãe Terra era a nona maior empresa do Brasil no segmento de alimentos e bebidas saudáveis, com 0,5% do mercado, dominado por gigantes como Nestlé, Danone, Coca-Cola e a própria Unilever.

  • Unilever amplia aposta em negócios sustentáveis

    A Unilever, maior empresa desse ramo no mundo, acaba de comprar a marca de produtos de limpeza premium, The Laundress, com insumos naturais, em mais um movimento de uma gigante global em direção a produtos saudáveis e ecologicamente amigáveis.

  • Continua o crescimento mundial dos alimentos orgânicos

    Em 2018 continuo o crescimento global do mercado de  produtos orgânicos e os Estados Unidos consolidaram sua posição de liderança. A Ecovia Intelligence projeta que o comercio de alimentos orgânicos deve superar US $ 50 bilhões pela primeira vez neste ano. A demanda por alimentos orgânicos está se fortalecendo. Segundo a OTA (Organic Trade Association), 83% das famílias norteamericanas  compram produtos orgânicos  que representam  5% do total de vendas dos alimentos no varejo.

  • “Não adianta ser verde e estar no vermelho”, diz CEO da Mãe Terra

    “O empreendedor é criado por uma paixão, mas é preciso lapidar a proposta de valor do negócio com a realidade do mercado”, afirma. “Não adianta ser verde e estar no vermelho”, diz CEO da Mãe Terra.

  • Multinacionais buscam se adequar aos novos hábitos de consumo

    Os hábitos de consumo alimentícios do brasileiro, ainda que aos poucos, está mudando. Antes restritos a pequenos grupos, atributos de cunho nutricional, de saúde e de sustentabilidade têm se tornado atrativos e até mesmo decisivos para um número cada vez maior de pessoas no momento da escolha de seus alimentos. Com isso, grandes empresas vem buscando se adequar à essa mudança.

  • Apesar do crescimento, setor orgânico ainda enfrenta desafios

    O mercado de produtos orgânicos segue apresentando um forte potencial de crescimento no Brasil, mas essa expansão ainda esbarra em obstáculos para uma produção em larga escala. “É preciso que as redes façam parcerias com os produtores para fomentar o cultivo de orgânicos”, afirma Sylvia Wachsner, coordenadora do CI Orgânicos.

  • Unilever compra empresa brasileira de orgânicos Mãe Terra

    A Unilever, multinacional britânica-neerlandesa, anunciou nessa segunda-feira (2), a compra da empresa brasileira de alimentos naturais e orgânicos Mãe Terra. A multinacional fez o anúncio em Londres, sem revelar os valores da transação.

  • Snacks orgânicos da Mãe Terra são oferecidos em vôos da GOL

    A GOL será a primeira companhia área a oferecer uma opção orgânica e integral em seu cardápio infantil. A empresa já disponibilizava em seu cardápio adulto outros produtos da Mãe Terra.

  • Quatro marcas mais conhecidas de orgânicos são da rede OrganicsNet

    Uma pesquisa nacional sobre o perfil do consumidor de orgânicos, divulgada pelo Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), revelou quais as principais marcas conhecidas do setor e quatro delas fazem parte da rede OrganicsNet.